Jaime Fomm Garcia Redondo
(Cantor, compositor, pianista, violonista, ator e cineasta brasileiro )
1890 - 1952
Cantor, compositor, pianista, violonista, ator e cineasta brasileiro nascido na cidade de São Paulo, SP, onde também morreu, que desde pequeno tocava violão, piano e elaborava composições. Filho do engenheiro, jornalista, professor, contista, teatrólogo e escritor Manoel Ferreira Garcia Redondo (1854-1916), um dos fundadores e ocupante da cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras. Cantou na primeira rádio de São Paulo (fundada em 1923), a Educadora Paulista, da qual foi diretor de música popular. Pai da Sra. Betita Tamoyo, esposa do ex-prefeito carioca Marcos Tamoyo, no cinema, foi ator, produtor, fotógrafo, diretor e argumentista de vários filmes como A voz do Carnaval (1933), Lei do inquilinato (1926), Fogo de palha (1926), Passei toda a vida num sonho (1926), Flor do sertão (1927) e Coisas nossas (1931). No início da carreira cantou e fez muitas versões e gravou apenas na Columbia, São Paulo (1929-1931), totalizando 50 gravações em 27 discos (78 rpm). Abandonando a carreira de cantor, foi ser diretor artístico do Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, RJ. Seu maior sucesso como autor foi o samba-canção Ave Maria, em parceria com Vicente Paiva. Como autor foi interpretado pelos cantantes mais famosos da época e posteriores como Francisco Alves, Paulo Tapajós, Dalva de Oliveira, Lana Bittencourt, João Gilberto e Maria Bethânia, entre outros. Como intérprete seus principais sucessos foram Alguns dias bons (1929), Ao cair do pano (1929), Comendo bola (1929), Harmonia! Harmonia (1929), Ilusão que se vai (1929), Jaci (1929), Meu pintassilgo (1929), Saudades (1929). As suas principais composições e sucessos gravadas por outros intérpretes foram Ave Maria, gravada por Dalva de Oliveira (1950) e Que noite!... E que pequena, uma versão de sua autoria gravada por Francisco Alves (1929).
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