Fernando Namora
(Escritor português)
15-4-1919, Condeixa-a-Nova
31-1-1989, Lisboa
Licenciado pela Faculdade de Medicina de Coimbra, clinicou em sua terra natal, na Beira Baixa e no Alentejo, e foi assistente no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa. Estreou na literatura com o volume de poemas Relevos (1933). Seu terceiro livro de poesia, Terra (1941), iniciou a coleção Novo Cancioneiro, órgão do neo-realismo; neste gênero literário, publicou ainda Nome para Uma Casa (1982). Com o romance As Sete Partidas do Mundo (1938), obteve o Prêmio Almeida Garrett. Além de poesia e romances, publicou contos, novelas, memórias, narrativas de viagem e biografias romanceadas. É dos escritores portugueses contemporâneos mais divulgados no exterior. Obras principais: Casa da Malta (1945), Minas de S. Francisco (1946), Retalhos da Vida de um Médico (1949-1963, em dois volumes), Domingo à Tarde (1961, Prêmio José Lins do Rego), Rio Triste (1982, agraciado com três prêmios) e Sentados na Relva (1986).
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Vale à pena conferir o prefácio de "Casa da Malta", de uma edição de 1961. Nele o autor Fernando Namora faz uma revisão (quase vinte anos depois do despontar do Neo-Realismo) sobre a visão da crítica com relação ao primeiro momento do Neo-Realismo...
Por: Alexsandro Batista
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Namora, com o bisturi e a pena, curou corpos e refez almas....de Condeixa para o mundo traçou um caminho íntimo para a imortalidade.
Denise Queiróz
Por: Denise Queiróz
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