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MARIA BONOMI

(gravurista)
1935


Fixando-se em São Paulo a partir de 1944, estuda pintura inicialmente. Após estudar gravura com Lívio Abramo, viaja para os Estados Unidos de 1957 à 1956, onde faz aprendizado de artes gráficas na Universidade de Columbia. De volta ao Brasil, funda em São Paulo o Estúdio de Gravura, junto com Lívio Abramo, onde leciona até 1963.

Entre as várias premiações e exposições como gravurista, destaca-se a sua participação no Salão Paulista de Arte Moderna (1955 e 1960); nas III, VII, VIII e XI Bienais de São Paulo, com dois prêmios de aquisição e o prêmio de melhor gravador nacional, em 1965; I e V Bienal de Paris e a Bienal de Veneza, em 1964.

De acordo com José Teixeira Leite, a gravura de Maria Bonomi não pode, a rigor, ser enquadrada nem como figurativa nem como não-figurativa. Elas tendem para o monumental. A linha não desempenha papel preponderante nelas. E há uma preferência pelos choques de massas, uma disputa entre as curvas e as retas.

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