Carlos Lacerda
(Jornalista e político brasileiro)
30/4/1914, Rio de Janeiro
21/5/1977, Rio de Janeiro
Muito mais do que suas obras como primeiro governador do antigo Estado da Guanabara, muito mais do que seus textos ou discursos como proprietário de jornal e político, muito mais do que todas as suas realizações pessoais e profissionais, o jornalista Carlos Lacerda passou à história brasileira como o pivô do atentado que provocou o suicídio do presidente Getúlio Vargas, na manhã do dia 24 de agosto de 1954.
Com a política no sangue (seu pai, Maurício Paiva de Lacerda, foi deputado federal; seu avô por parte de pai, Sebastião Eurico Gonçalves de Lacerda, foi ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas no governo do presidente Prudente de Morais), Carlos Frederico Werneck de Lacerda, embora registrado em Vassouras (RJ), nasceu no Rio de Janeiro, na época Distrito Federal, em 30 de abril de 1914, coincidentemente, no mesmo dia e ano em que viria ao mundo o cantor e compositor baiano Dorival Caymmi.
Iniciou a sua carreira profissional em 1929, escrevendo alguns artigos para o "Diário de Notícias", em uma seção dirigida por uma mulher que marcaria época na literatura brasileira -Cecília Meireles. Três anos mais tarde, durante o governo provisório comandado por Getúlio Vargas, ingressou na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, mas não chegou a concluir o curso. Em seu livro "Depoimento", Lacerda justifica a decisão. "A advocacia era uma profissão muito estranha, porque os casos que me interessavam não davam dinheiro, e os casos que davam dinheiro não me interessavam".
A intensa atividade política que marcaria a vida de Carlos Lacerda começou justamente quando estudava Direito. Neste período, aproximou-se dos ideais comunistas e da Ação Libertadora Nacional (ALN). Em 39, rompeu com essa ideologia e passou a escrever artigos anticomunistas. Na década de 40, mais precisamente em 1945, Carlos Lacerda assina a sua ficha de filiação à UDN (União Democrática Nacional), tornando-se vereador pelo Distrito Federal, dois anos mais tarde.
Logo que assumiu o mandato, começou a fazer campanha em favor da completa autonomia do Distrito Federal, defendendo a eleição direta para prefeito -o cargo era uma prerrogativa do presidente da República, que nomeava o administrador. Ainda em 47, renuncia ao mandato de vereador, inconformado com a decisão do Senado, que retirou da Câmara Municipal o poder de examinar os vetos do prefeito.
Em 49, Carlos Lacerda dá uma grande guinada em sua vida, ao fundar o jornal "Tribuna da Imprensa", diário que foi o principal porta-voz da oposição durante o segundo governo do presidente Getúlio Vargas (1951/54). Já casado, o jornalista liderou uma campanha contra o jornal "Última Hora", de Samuel Weiner, acusando-o de ter se beneficiado de um empréstimo fraudulento do Banco do Brasil para colocar o seu maquinário em funcionamento.
A partir daí, os ataques diários ao governo do presidente Getúlio Vargas passaram a ser uma rotina na "Tribuna da Imprensa". Finalmente, no dia 5 de agosto de 1954, aconteceu o episódio que marcaria definitivamente Carlos Lacerda na história do Brasil e levaria o presidente Vargas à morte, provocando uma crise sem precedentes na vida republicana do país.
Atentado
Ao voltar de um comício realizado no Colégio São José, no Rio, o jornalista foi atingido por um tiro quando chegava à sua casa, localizada à rua Toneleros. O atentado, que deixou Lacerda ferido no pé, provocou a morte do major-aviador Rubens Florentino Vaz, que dava proteção ao jornalista. No mesmo dia, ainda no Hospital Miguel Couto, para onde foi levado após ser baleado, Carlos Lacerda responsabilizou "elementos da alta esfera governamental" pelo crime.
Uma semana depois, Lacerda publicou um editorial na "Tribuna da Imprensa", pedindo a imediata renúncia do presidente Vargas.
Isolado politicamente e percebendo que integrantes de sua guarda pessoal estavam envolvidos no atentado, Getúlio Vargas suicidou-se com um tiro no peito. A confirmação da morte do político gaúcho provocou um grande quebra-quebra em vários jornais do Rio e Carlos Lacerda foi obrigado a permanecer escondido por quatro dias.
Em setembro de 54, um mês após a morte de Vargas, o jornalista pediu o adiamento das eleições, marcadas para o dia 3 de outubro. Carlos Lacerda temia que a comoção nacional levasse o partido do presidente (PTB) a dominar o cenário nacional. Mesmo sem alcançar sucesso em sua empreitada, Lacerda foi o deputado federal mais votado em seu partido. No dia 5 de dezembro de 60, acontece o auge de sua carreira política -o jornalista foi empossado como primeiro governador da Guanabara e inicia uma ampla reforma administrativa no Estado.
No ano seguinte, as divergências entre o governador e o presidente Jânio Quadros, que ajudou a eleger, tornam-se explícitas. Em outubro de 61, já com Jânio Quadros fora do poder, o jornalista vendeu a "Tribuna da Imprensa" para Manuel Francisco do Nascimento Brito, alegando dificuldades financeiras.
Após o golpe militar de 64, Carlos Lacerda viajou para a Europa e para os Estados Unidos para defender os ideais do novo regime, mas o seu apoio do governo do presidente Castelo Branco durou pouco. Em um artigo publicado na revista "Manchete", o jornalista informou que estava interessado em disputar a Presidência da República. "Entendo que a Revolução ou não tem programa, ou tem o meu programa, que não é só meu, porque é nosso, do povo", escreveu. No entanto, a suspensão das eleições diretas para a escolha do presidente da República colocou um ponto final nas pretensões de Carlos Lacerda.
Com a instituição do Ato Institucional número 5 (AI-5), em 13 de dezembro de 68, o jornalista foi preso e teve os seus direitos políticos cassados por dez anos. Em seguida, voltou a trabalhar por pouco tempo como jornalista, antes de dedicar-se às atividades editoriais na "Nova Fronteira" e na "Nova Aguillar", empresas de sua propriedade.
Carlos Lacerda, morto no dia 21 de maio de 1977, também trabalhou como tradutor e deixou uma obra que ajuda a compreender a sua participação na história política do Brasil _ "O Caminho da Liberdade" (57), "O Poder das Idéias" (63), "Brasil entre a Verdade e a Mentira" (65, "Paixão e Ciúme" (66), "Crítica e Autocrítica" (66), "A Casa do meu avô; pensamento, palavras e obras" (77), "Depoimento" (78) e "Discursos Parlamentares" (82), estes dois últimos editados após a sua morte.
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Comentários sobre: Carlos Lacerda | Adicionar Comentário |
Eu sou da Escola Municipal Carlos Lacerda e gostei muito,mas o que eu não gostei é de uma professora de História que faz os alunos passarem vergonha.Ela não tem esse direito com os alunos,só com os filhos dela.Isso não se faz,na primeira aula fez eu passar vergonha e na segunda aula também,isso partiu meu CORAÇÃO.Mas tudo bem.Fiquem com DEUS.Agradeço a oportunidade.
Por: Oculto
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escola e muito boa gostei muitoo!!!
Por: roberto turma:1606
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Eu sou da Carlos Lacerda,e gostei muito da escola
Por: Hélio
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Eu sou da Carlos Lacerda,e gostei muito da escola
Por: Hélio
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Eu estudo na escola Municipal Governador Carlos Lacerda e estou estudando sobre ele que é muito maniero mas naum axu quase nada rsrsrs
Por: izabella(Bebella*)
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eu tambem estudo no clogeio municipal gov carlos lacerda
Por: jhonathan
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A intensa atividade política que marcaria a vida de Carlos Lacerda começou justamente quando estudava Direito. Neste período, aproximou-se dos ideais comunistas e da Ação Libertadora Nacional (ALN). Em 39, rompeu com essa ideologia e passou a escrever artigos anticomunistas. Na década de 40, mais precisamente em 1945, Carlos Lacerda assina a sua ficha de filiação à UDN (União Democrática Nacional), tornando-se vereador pelo Distrito Federal, dois
Por: joão victor
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eu sou fã do carlos lacerda
e estudo nessa colegio
Por: MARCELO
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eu sou fã do carlos lacerda
e vc...
Por: marcelo cardoso de abreu
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Faz falta no pobre cenário político atual, um líder como o Carlos Lacerda, que abrilhantou com sua grande inteligência, o verdadeiro exercício da atividade política como um meio de melhorar a vida das pessoas. Quero que as pessoas na cidade do Rio de Janeiro, sempre se lembrem dele, quando abrirem uma torneira e realmente sair água, quando forem jogar bola no aterro do Flamengo e etc... Eu tenho saudades da Guanabara de Lacerda.
Por: Sérgio Barroca
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Eu estudo na Escola Municipal Governador
Carlos Lacerda.
Por: Yanka
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eu sou fã estudu nesse colegio
Por: dada gostosinha
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Mataria esse porco por uma dúzia de bananas podres. Heitor
Por:
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Corvo mentiroso,traiçoeiro e assassino!
Por: marcos guedes
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Carlos Lacerda foi o maior tribuno brasileiro de todos os tempos e o melhor governadopr da Guanabara, hoje município do Rio de Janeiro. Esteve presente em todos os acontecimentos marcantes do Brasil e copm sua voz calorosa manteve o Rio em vigíla noite após noite. Sua pregação está na resitência militar ao jetulismo e janguismo e as emoções que desencandeou forma decisivas em 54, 55, 61 e 64. O tiro com o qual alvejaram este rapaz, diria Getúlio Vargas a Capanema,ricocheteou e pegou no meu peito. Café Filho foi derrubado por um golpe de militares getulistas e esquerdistas contra Lacerda. Foi Lacerda quem criou o clima para a renúncia de Jânio Quadros e para a deposição de João Goulart. Em 1968, pelo ato 5, teve seus direitos políticos cassados. Todavia, seu destino pessoal nada tem a hever com a influência que exerceu sobre os militares que governaram o Brasil por 21 anos. Castelo Branco fora seu elitor e a filosofia do pensamento militar tem origem na longínqua pregação da Tribuna da Imprensa onde arregimentava a juventude militar para a construção de um grande país, sem subversão, sem corrupção. VIVA CARLOS LACERDA
Por: Eduardo Simão Gonçalves
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A ética foi o escopo de Carlos Lacerda.A mediocridade lhe repugnava.O clientelismo,o favoritismo,o pistolão,o populismo,a política demagoga,a falsidade ideológica,o empreguismo,toda essa praga comum da política brasileira,ele desprezava.O tecnocrata tinha o seu respeito.A meritocracia norteava seu governo,pela eficiência de quem realmente era bom em suas funções.Não trocava cargos por votos.A forma típica de política de clientela consiste na concessão de empregos públicos para determinadas pessoas ou na execução de serviços públicos,em benefício de certas áreas ou grupos(e em detrimento da eficiência),em troca de apoio político(e de interesses espúrios de políticos inescrupulosos)para o promotor de tais iniciativas.Precisamos resgatar a ética lacerdista.Como?Valorizando o ensino de História nas escolas.O brasileiro tem memória curta?Só com o ensino sério de História não cometeremos os erros que já foram cometidos.
Por: Josimar Freitas Amaral
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Meu Deus esse tal de João deveria pensar um pouquinho mais antes de falar, tudo bem. Deve faltar estudo e conhecimento mas ainda assim deveria falar mais alto o bom senso. Leia um pouco mais e vc poderá acusar Lacerda de N coisas pois não era perfeito porém jamais das tolices q citou
Por: Denise
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Para mim Carlos Lacerda foi o maior traidor e golpista brasileiro do século 20, conspirou ao lado exercito várias vezes a fim de derrubar presidentes eleitos democraticamente como: Getúlio, Juscelino, jânio e joão Goulart, seu nome deveria ser profanado da História do brasil.
Por: João paulo
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CARLOS LACERDA ERA O MÁXIMO , IMAGINO ELE HOJE, O QUE DIRIA DO GOVERNO LULA. DA CORRUPÇAO . ESTOU ATÉ OUVINDO COM ANTECEDENCIA.
Por: ana costa martins
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FOI UM GRANDE HOMEM, FAZIA OPOSIÇAO COM SERIEDADE. PRECISAMOS DE UM CARLOS LACERDA NOS TEMPOS DE HOJE. TENHO CERT Q LULA TERIA UM GRANDE PROBLEMA.
Por: ELVIS LOPES DA COSTA
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Seria necessário dizer que Lacerda era o queridinho das mulheres que com sua morte passaram a se denominar "viúvas do Lacerda". Minha tia Izolina era uma delas morava na N.Sra. de Copacabana com esquina da Figueiredo Magalhães, prédio aonde Lacerda aonde trabalhava seu alfaiate. Quando ele ia provar suas roupas causava o maior furor na mulherada do prédio que ficavam enloquecidas. Ele foi o político mais carismático que este pais teve.
Por: Renato
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Seria necessário dizer que Lacerda era o queridinho das mulheres que com sua morte passaram a se denominar "viúvas de Lacerda". Minha tia Izolina era uma delas morava na N.Sra. de Copacabana com esquina da Figueiredo Magalhães, prédio aonde Lacerda aonde trabalhava seu alfaiate. Quando ele ia provar suas roupas causava o maior furor na mulherada do prédio que ficavam enloquecidas. Ele foi o político mais carismático que este pais teve.
Por:
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A frase mais covarde que um adulto pode pronunciar:O BRASIL É O FUTURO DAS CRIANÇAS.
Politicos covardes,que só pensam em seus proprios interesses, como este safado Carlos Lacerda,é que nos povão temos que sermos oprimidos.
Até quando Brasil ficaremos de braços cruzados,nos assistindo,a perda do nosso carater,é uma menoria dominando uma massa.
Por: edson cruz
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Com toda certeza Lacerda foi o único GOVERNADOR que o DO DA GUANABARA
Por:
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o lacerda,como bom vigarista que era,sabia usar as palavras.foi um grande filho da p... com intençao de chegar a presidencia;ainda bem que nao conseguiu, pois so iria mudar a mosca, a bosta seria a mesma com a mesma elite direitista fedorenta, que cotinua no poder ate hoje,sendo bem representada pelo sapo barbudo trairao.
Por: tiao do pstu
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Quanto ao comentário da Sra. Denise sobre a matança de mendigos no Rio da Guarda, vale trazer de volta que o governador nada sabia sobre o assunto, até ser publicado se não me engano na Ultima Hora ou Luta Democrática.
Aquela barbárie foi feito por um delegado com o auxílio de alguns marginais que usavam o cargo de policial para cometer esse tipo de crime.
Mas seria bom não esquecer que na ocasião a Secretária de Serviço Social do Governo era Sandra Cavalcante.
Por que não perguntar a ela própria sobre o assunto, antes de acusar Carlos Lacerda ?
Sra. Denise, n~/ao se deixe levar por " ouvir dizer" ou " me contaram".
Respeitosamente
Antonio Carlos Lopes
Por: antonio carlos lopes
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O arquivo sobre as suas obras como governador, foram "esquecidas" não se sabe onde, nos governos de Negrão de Lima, Chagas Freiatse Brizola.
Mas desse tipo de gente não se poderia esperar outra reação.
Visitem o arquivo da cidade onde se encontra grande quantidade de fotos, escritos e gravações desse líder inesquecível.
Caso alguém queira algo sobre a construção da Adutora do Guandu, mande um e-mail para mim solicitando -
antoniocarlopes@yahoo.com.br
Antonio Carlos Lopes
ex-servidor da SURSAN, mat. 2245 que teve a honra e o privilégio de trabalhar com esse monstro sagrado.
Por: antonio carlos lopes
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Carlos Lacerda, certamente fez e disse coisas louváveis em sua vida, mas não podemos nos esquecer que ele se envolveu em "crimes" como aquela estória das mortes dos mendigos no Rio de Janeiro, os quais foram golpeados e afogados para que a "cidade maravilhosa" se livrasse dos pobres coitados. As investigações chegaram até ele, mas o podre poder o encobertou...
Porque perseguiu tanto o Samuel Wainer, porque foi demitido do seu jornal após ter "pisado" na bola. Era um homem de carater bastante duvidoso...
Denise
Por: Denise
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Para mim foi um político admirável e muito inteligente.Faz falta um político como ele,hoje em dia.Foi o melhor administrador do Rio de Janeiro,antigo Estado da Guanabara.Inigualável!!!
Por: Lair
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Oi Joao, Lacerda morreu em 77, em circunstancias "misteriosas", assim como Juscelino e Jango... Certamente foi assassinado pelos generais da ditadura...
Por: Ana Carolina
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É indiscutível a participação de Carlos Lacerda, independente dos seus motivos, nos acontecimentos políticos da época. Porém,torna-se fundamental, para uma análise racional, a contextualização do período.
Por: Jost Rodrigues
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Carlos Lacerda para mim é um dos personagens mais marcante da política e da comunicação do Brasil, por isso mesmo sinto um mixto de amor e ódio pela pessoa Lacerda. Antes desconhecido para mim, comecei a me intereçar pelo Carlos quando começei a reparar a passagem de seu nome em qualquer grande acontecimento nacional, quando não como figura principal mas como aquele que gostava de manipular esses eventos para satisfazer seu ego pessoal, que hálias não era pouco. De qualquer forma, junto com Getulio e Chateaubriant, Carlos Lacerda mereçe respeito.
Por: Marcelo
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faltou dizer de que ele morreu...
Por: joao
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Bom texto!
Mas faltou dizer que o picareta, depois do fim das eleições diretas, foi se aliar ao Jango e ao Kubitscheck para lutar pelo fim da ditadura.
Por:
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bom,primeiramente gostaria de dizer que eu sou fã do jornalista e politico Carlos Lacerda,nao sei ainda que curso quero prestar mas penso seriamente em prestar jornalismo e pretendo me inspirar em Carlos Lacerda.Obrigado.
Por: rodrigo
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