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Vicente de Souza Brandão
(Geólogo, Engenheiro e prof.de matemática)
1863-?

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.






Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.

Vicente de Souza Brandão nasceu em Lisboa em 19 de Agosto de 1863.

Depois de se ter formado em matemática na Universidade de Coimbra, entrou no corpo dos engenheiros de minas em 16 de Março de 1889. Passou algum tempo em Paris e continuou os seus estudos na Escola de minas de Freiberg de onde saiu em 1892.

Devido a uma paraplegia que o impedia de andar, entrou para a Comissão Geológica em 1898 sucedendo ao Dr. Alfredo Bensaúde como chefe da secção de mineralogia. O seu estudo de predilecção era a cristalografia matemática e o aperfeiçoamento dos instrumentos para este estudo. Estudou minerais e rochas de Portugal e descreveu, entre outros, uma granulite alcalina de Campo Maior, uma ribequite de Alter Pedroso, espichelites do Cabo Espichel, o feldspato do Sienito de São Bartolomeu, um zircão de Suimo e rochas das regiões de Penacova, Aveiro, Alentejo, Minho e Trás-os-Montes.

Deve-se-lhe um novo modelo de microscópio mineralógico que encomendou à casa R. Fuess em Berlim, o qual foi construído em 1911 por C. Leiss, director técnico daquela prestigiada fábrica.

Este aparelho foi detalhadamente descrito por Souza Brandão em artigo publicado nas Comunicações da Comissão do Serviço Geológico de Portugal.























































































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