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Victor-Marie Hugo
(Romancista, teatrólogo, ativista político e maior poeta romântico francês )
1802 - 1885

Romancista, teatrólogo, ativista político e maior poeta romântico francês nascido em Besançon, considerado o principal mentor do romantismo francês e largamente influente em toda a literatura ocidental. Filho do general napoleônico Joseph-Léopold-Sigisbert Hugo, estudou na Itália, na Espanha e direito em Paris. Escreveu seu primeiro o romance Bug-Jargal (1826), sobre uma revolta de negros em São Domingos, aos 18 anos, embora só o publicasse aos 24. Fundou e dirigiu uma revista Conservateur Littéraire (1819-1821). Estreou com Odes et poésies diverses (1822), obra que lhe valeu uma pensão de Luís XVIII. Pouco depois casou-se com Adèle Foucher. Com Cromwell (1827), sua primeira peça teatral, projetou-se como líder do movimento romântico na França e propôs o abandono das três unidades dramáticas e a mistura dos gêneros, com a coexistência do sublime e o grotesco. Como político, evoluiu da postura conservadora e monarquista para o liberalismo reformista e os ideais revolucionários. Apoiou a revolução de julho (1830) e a ascensão da monarquia constitucional de Luís Filipe, mas se tornou republicano e passou a combater Napoleão III. Com um mau casamento iniciou um longo romance com a atriz Juliette Drouet (1833). Eleito para a Academia Francesa (1841) e, após a revolução (1848) apoiou um fracassado golpe (1851) que o levou ao exílio, 15 dos quais na ilha inglesa de Guernsey, embora tivesse sido anistiado por Napoleão III (1859). Foi esse, no entanto, o período mais fértil de sua vida literária e só retornou à França quase vinte anos depois (1870), onde foi recebido em triunfo. Elegeu-se deputado, cargo ao qual renunciou depois, não aderiu à Comuna de Paris mas, como senador, fez vigorosa defesa da anistia aos communards (1876). De vida particular atribulada, perdeu a filha mais velha, Léopoldine, afogada por acidente no Sena, junto com o marido. Morreu em Paris e em sua vasta obra de romances, peças teatrais e poemas citam-se ainda Han d'Islande (1823), Amy Robsart (1828), Marion Delorme (1829), Les Orientales (1829), Le Dernier Jour d'un condamné (1829), Hernani (1830), Feuilles d'automne (1831), Notre-Dame de Paris (1831), Le Roi s'amuse (1832), Chants du crépuscule (1835), Voix intérieures (1837), Ruy Blas (1838), Les Rayons et les ombres (1840), Les Châtiments (1853), Les Contemplations (1856), La Légende des siècles (1859), Chansons des rues et des bois (1865), Les Misérables (1862), Les Travailleurs de la mer (1866), L'Homme qui rit (1869), L'Année terrible (1872), Quatre-ving-treize (1874), a segunda série de La Légende des siècles (1877-1883) e L'Art d'être grand-père (1877).



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