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Bernardo Élis
(Advogado e escritor brasileiro)
15/11/1915, Corumbá de Goiás (GO)
30/11/1977, Corumbá de Goiás (GO)

Contista e romancista goiano, Bernardo Élis captava a vida rural do interior dos cerrados, onde morava, com uso intenso da linguagem regional. Bernardo Élis foi também advogado e professor. Filho do poeta Érico José Curado e de Marieta Fleury Curado, escreveu o primeiro conto aos 12 anos, inspirado em "Assombramento", de Afonso Arinos.

Sua obra mais importante é o romance "O Tronco", publicado em 1956. O texto foi adaptado para o cinema em 1999 pelo diretor João Batista de Andrade. O livro narra a a violenta disputa pelo poder no início do século 20 entre grandes fazendeiros do sul de Goiás que comandam o governo e coronéis do norte do Estado.

Na trama, o coletor de impostos Vicente Lemos é enviado para combater o domínio absoluto da família do patriarca Pedro Melo, cujo filho, Artur, é ex-deputado e ex-aliado dos coronéis sulistas. Os Melo incendeiam a coletoria de Vicente, o que obriga o governo a enviar tropas. Todos são presos, menos Artur.

O juiz foge da região, deixando a tropa e os cidadãos sob fogo cruzado de jagunços e soldados. Os familiares do coronel Pedro Melo são presos a um tronco, como forma de forçar a rendição.

Em 1936, Élis foi escrivão da delegacia de polícia em Anápolis e do cartório do crime de Corumbá. Em 1939, foi nomeado secretário da Prefeitura de Goiânia, cidade onde seria prefeito por duas vezes.

Em 1944, seu livro de contos "Ermos e Gerais", publicado pela Bolsa de Publicações de Goiânia, recebeu elogios da crítica. Nesse mesmo ano casou-se com Violeta Metran. Em 45, trabalhou como professor da Escola Técnica de Goiânia e do ensino público estadual e municipal. Em 1955, publicou o livro de poemas Primeira Chuva. Lecionou literatura na Universidade Católica de Goiás.

Entre 1970 a 1978, foi assessor cultural no Escritório de Representação do Estado de Goiás, no Rio de Janeiro. Assumiu a direção do Instituto Nacional do Livro, em Brasília, de 1978 a 1985. Em 1986, foi nomeado para o Conselho Federal de Cultura, ao qual pertenceu até a extinção do órgão, em 1989.

Recebeu os prêmios José Lins do Rego (1965) e Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (1966), pelo livro de contos "Veranico de Janeiro" (1966). "Caminhos e Descaminhos" (1965) lhe rendeu o Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras. Recebeu também o Prêmio Sesquicentenário da Independência pelo estudo "Marechal Xavier Curado, Criador do Exército Nacional" (1972). Em 1987, recebeu o Prêmio da Fundação Cultural de Brasília, pelo conjunto de obras, e a medalha do Instituto de Artes e Cultura de Brasília.



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Comentários sobre:
Bernardo Élis
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Bernado Élis,comparado pela crítica com o ilmo.Dostoiévski sem dúvidas apresenta em suas obras uma sensibilidade e conhecimento do íntimo humano tocantes.
Minhas sugestões são os contos A enxada e Assassinato por tabela.
Apreciem pois é um banquete raro e farto.

Por: Thais Almeida


Bernado Élis,comparado pela crítica com o ilmo.Dostoiévski sem dúvidas apresenta em suas obras uma sensibilidade e conhecimento do íntimo humano tocantes.
Minhas sugestões são os contos A enxada e Assassinato por tabela.
Apreciem pois é um banquete raro e farto.

Por: Thais Almeida


Eu acho muito legal


Por: natalia


Sou natural de Dianópolis, antiga SÃO JOSÉ DO DURO e gostaria de saber como faço para adquirir este tão precioso livro, o que tinha autagrafado pelo autor já não me pertence.Aguardo contato!

Por: Iolanda Cadete




Por:


adorei esse filme...
e agora, vou iniciar a leitura do livro, para fazer uma comparação, espero que o livro prenda a minha atenção como o filme..
^^.



Por: Lucianna!


Após assistir ao filme "O tronco" mostrado pela Tv Cultura, no sábado dia 05/05/07, interessei pelo escritor Bernardo Élis e resolvi pesquisar no Google, pois dele nada conhecia e para minha surpresa vi que a data de falecimento do escritor está incorreta no início das informacões ali mencionadas; solicito-lhes a gentileza de processarem a devida correção.

Por: joão marcoantonio


Bernardo Élis faleceu em 30/11/1997 e não em 1977 como consta nesta página.

Por: Lui Fagundes


Adorei o livro, inclusive estou fazendo meu TCC da Universidade Federal do Tocantins sobre o epiśodio ocorrido em São José do Duro,mas estou dando destaque a figura dos jagunços e cangaceiros que participaram deste.Mesmo assim sua obra me ajudou muito.

Por: Andréia Pereira Barros


Adorei o livro, inclusive estou fazendo meu TCC da Universidade Federal do Tocantins sobre o epiśodio ocorrido em São José do Duro,mas estou dando destaque a figura dos jagunços e cangaceiros que participaram deste.Mesmo assim sua obra me ajudou muito.

Por: Andréia Pereira Barros


ELE FOI UM HOMEM QUE TRABALHOU MUITO E COM CERTEZA CONTRIBUIU MUITO PARA A LITERATURA EM GOIÁS.

Por: A. C.


ELE FOI UM HOMEM QUE TRABALHOU MUITO E COM CERTEZA CONTRIBUIU MUITO PARA A LITERATURA EM GOIÁS.

Por: A. C.


ELE FOI UM HOMEM QUE TRABALHOU MUITO E COM CERTEZA CONTRIBUIU MUITO PARA A LITERATURA EM GOIÁS.

Por: A. C.


É com muito desgosto que leio essas frases absurdas ! O texto é fidedígno, mas esses três comentários são de tamanha estupidez e falta de caráter que só podem ser vindos de pequenas crianças bossais que ao quererem fazer graça e tentarem se tornar "homens" antes do tempo, fogem para a apelação, usando palavras baixas e sem sentido.
Peço desculpas a todos aqueles que desejam fazer uma pesquisa sobre o imortal Bernado Élis e acabam se deparando com tamanha infantilidade.

Por: Danilo Curado


ele era bicha, e so casou porque o pai dele mandou

Por: tyty


seu bernardo pra fala a vredade dava o cu todo dia desde q ele era criançinha pequenininha, porque o pai dele estuprava ele todo dia,minha tataraavó era visinha de bernardo elis, e ela tambem me disse que toda hora ele queria da uma metidinha na buseta dela, e ele dizia ''um dia vc ai quere q eu meta na sua bussa''

Por: bussetuda


ai em 1995 ele deu o cu pela primeira vez e não parou mais,deu o cu em 1996,1997,1998,1999 e 2000 que foi o ano que ele morreu

Por: marieta

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