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Dorothea Christiane [Leporin] Erxleben
(Médica germânica )
1715 - 1762

Médica germânica nascida em Quedlinburg, Ärztin, a primeira mulher a receber o diploma de médica (1754) na Alemanha. Ela não freqüentou a universidade, mas aprendeu medicina estudando em casa e acompanhando seu pai, que era médico. Permaneceu morando em Quedlinburg e aos 26 anos casou-se com o diácono Johann Christian Erxleben, de Anhaltinischen. Depois de ter estado praticando medicina por muitos anos, três médicos homens locais a denunciaram (1753) pela prática ilegal da profissão. Ela invocou um decreto de Frederico o Grande que lhe permitia e ao seu irmão, a dispensa extraordinária de curso superior para prestar exames médicos. A partir deste documento, ambos criaram um processo e ela defendeu, em seis de janeiro, uma dissertação com o nome de Academische Abhandlung von der gar zu geschwinden und angenehmen, aber deswegen öfters unsicheren Heilung der Krankheiten (1754). Com a aprovação pela banca examinadora, obteve o grau em medicina, com um MD pela Universidade de Halle, Alemanha (1754) e voltou a sua profissão. Morreu em Quedlinburg, Ärztin Deutschlands. Depois de seu processo, vários outras mulheres reivindicaram ter graus de MD, mas na realidade muitas delas eram apenas boas parteiras. Inclusive antes de seu processo, algumas mulheres já tinham obtido MD em medicina, mas fingindo serem homens. O caso mais famoso foi o de Miranda Stuart (1792-1865), que fingindo-se chamar de James Barry, não só obteve o MD em medicina da Edinburgh Medical School (1812) como serviu por quase toda sua vida profissional como oficial médico no exército britânico, truque só descoberto depois de sua morte.




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