Maximus von Imhof
(Físico alemão )
1758 - 1817
Físico alemão nascido em Rissbach, na Bavária, que em sua vida de sacerdote paralelamente pesquisou e ensinou intensamente em física e matemática e pode ser considerado um dos primeiros cientistas naturais bávaros no senso moderno em razão de seu modo de ação. Era filho de um sapateiro e após os estudos preliminares em Landshut, ingressou na Ordem Agostiniana (1780) e ensinou física, matemática e filosofia no Mosteiro de Munique, (1786-1791). Tornou-se membro da classe de físicos da Academia de Ciências de Munique (1790), da qual se tornaria diretor (1800). Foi nomeado professor de física e matemática do Liceu Eleitoral (1790) e dois anos depois, foi convidado pela academia para fazer conferências públicas sobre física experimental e química. Foi eleito prior, ou seja, monge superior de seu mosteiro (1798) e deixou a ordem e passou a ser o cônego do Convento ou Frauenkirche de Munique (1802). Durante vinte e um anos, supervisionou a instalação de pára-raios na Bavária. Suas mais importantes obras publicadas foram Theoria Electricitatis, Munique (1790); Institutiones Physices, Munique (1796), Experimental-Naturlehre, Munique (1796), Anfangsgruende der Chemie, Munique (1802) e Anweis ueber Blitzableiter, Munique (1816). Faleceu em 11 de abril, em Munique, quando tinha 59 anos. Precisamente, sua atividade pedagógica da academia se apoiou nos ensinamentos do químico francês Lavoisier (1743-1794) e apoiou a publicação de uma nova teoria da oxidação em substituição a do material combustível, o flogisto, até então a base da combustão de oxigênio e fez com que a tradição da família Imhoff em alquimia mudasse para o estudo da química como uma ciência moderna.
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