Bento Gonçalves da Silva
(Militar e revolucionário gaúcho)
1788-1847
Militar e revolucionário gaúcho, nasce em Triunfo em 23 de setembro de 1788, filho de um rico estancieiro. Foi o principal dirigente da Revolta dos Farrapos, movimento liberal e federativo que proclama a República no Rio Grande do Sul.Participa da guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata (1825-1828). Pelos serviços prestados, D.Pedro I lhe concede o posto de coronel das milícias e o nomeia comandante da fronteira sul do país. Sua destituição desse cargo, durante a regência do Padre Diogo Feijó, é o estopim da Revolução Farroupilha, em 1835.Bento Gonçalves entra em Porto Alegre e derruba o presidente da província, Antônio Fernandes Braga. Com o apoio da população, resiste às primeiras reações legalistas. No mês seguinte enfrenta as tropas regenciais, é derrotado e preso. Mandado para a Bahia, é encarcerado no Forte do Mar. Durante sua prisão, os farroupilhas proclamam a República Rio-Grandense, em 11 de setembro de 1836. No ano seguinte, com a ajuda de liberais baianos, Bento Gonçalves foge do cárcere e volta para o Rio Grande do Sul. É aclamado presidente da República Rio-Grandense, posto no qual se mantém até a derrota final dos revoltosos, em fevereiro de 1845. Morre em 18 de julho de 1847.
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BENTO GONÇALVES DA SILVA, GRANDE PATRIOTA E NACIONALISTA, FOI MAÇON CARBONÁRIO, ASSIM LUTOU PELOS IDEAIS DE SUA ORDEM, QUAIS SEJAM: LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE.
A BANDEIRA DO RIO GRANDE DO SUL RECEBEU O VERMALHO EM SUAS CORES, POIS ESTA É A COR OFICIAL DA MAÇONARIA CARBONÁRIA, E NADA TEM A VER COM O VERMELHO UTILIZADO POR SOCIALISTAS E COMUNISTAS.
Por: obe fainzilber
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Não teve derrota final como declarado acima, e sim uma aceitação de paz assinada por David Canabarro, com a anistia dos negros soldados que lutaram na revolução, e o fim dos altos impostos do charque gaucho, uma das questões da guerra. A unica coisa em que os revoltosos não foram felizes foi na continuidade da republica rio-grandense, esta sim foi a derrota amargurada no coração dos gauchos. A guerra não teve vitorioso nem derrotado e sim a anistia dos soldados. Claro que, se fosse continuada a guerra, sem a ajuda de Rosas, que se propôs a lutar com os rio-grandenses e Canabarro não aceitou, a guerra teria sim um derrotado aniquilidado e desmoralizado, destruido sem anistia e sem perdão.
Por: Marcelo Bataioli
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